Transporte urbano movido a hidrogênio.

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Esta é outra alternativa para a descarbonização do transporte público das metrópoles mundiais. As células de combustível de hidrogênio são consideradas uma das principais direções de desenvolvimento da nova indústria automobilística por alguns especialistas. As grandes montadoras já estão desenvolvendo seus modelos. As japonesas Honda e Toyota produziram modelos de célula de combustível de hidrogênio em escala comercial. A coreana Hyundai assinou um acordo com a gigante automobilística alemã Audi em junho passado. A Honda e a Toyota têm parceria com a General Motors e a Mercedes-Benz, respectivamente, em termos de aplicações de energia de hidrogênio.

 

 

Ao contrário das tecnologias tradicionais de combustão que queimam combustível, as células de combustível de hidrogênio passam por um processo químico para converter combustível rico em hidrogênio em eletricidade. As células de combustível de hidrogênio não precisam ser recarregadas periodicamente como baterias, mas, ao invés disso, continuam a produzir eletricidade, desde que seja fornecida uma fonte de combustível.

 

Uma célula de combustível de hidrogênio é composta de um ânodo, um cátodo e uma membrana eletrolítica. Ela funciona passando o hidrogênio através do ânodo de uma célula de combustível e oxigênio através do cátodo. No local do ânodo, as moléculas de hidrogênio são divididas em elétrons e prótons. Os prótons passam através da membrana eletrolítica, enquanto os elétrons são forçados através de um circuito, gerando uma corrente elétrica e excesso de calor. No cátodo, os prótons, elétrons e oxigênio se combinam para produzir moléculas de água.