México: queda na produção de petroquímicos da Pemex.

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Segundo notícia do Grupo Expansión de mídia do México, a produção de petroquímicos da estatal de petróleo Pemex teve o pior novembro desde 1990. Por exemplo, a produção de eteno teve grandes perdas no mês, uma queda de 49% em relação ao mesmo mês de 2018.

 

A Pemex parou de produzir amônia desde setembro de 2018. Os complexos de Cosoleacaque, Cangrejera e Morelos, onde grande parte da amônia e do eteno são produzidos, possuem usinas que não operam há anos. Estão sucateados e não existem planos para sua reativação ou desmontagem.

 

Segundo a IHS Markit, o propileno e seus derivados também apresentaram níveis baixos de produção do que nos anos anteriores, porque dependem dos processos de refino da Pemex, e as plantas da estatal apresentaram baixos níveis de operação durante 2019.

 

O México privilegia a produção de petróleo reinjetando gás. Desta maneira, falta disponibilidade e infraestrutura para separação de etano do gás para atender a Braskem Idesa contratualmente. A importação de mais gás natural dos EUA poderia ser uma solução, mas também falta infraestrutura para a Pemex. A solução deverá ser a Braskem Idesa construir um terminal privado para importar etano dos EUA.