Falando (bem) sobre o plástico… agora no espaço: é a economia circular também fora da Terra.

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A empresa petroquímica brasileira Braskem e a americana  Made In Space, contratada pela Nasa para desenvolver tecnologias para missões espaciais, são as responsáveis por desenvolver uma máquina capaz de fazer a reciclagem de plástico em naves espaciais e transformar restos de embalagens em filamentos, em menos de dez horas. A máquina foi batizada de Recycler.

 

A recicladora estava em testes desde 2016. Um dos grandes desafios era fazer uma máquina recicladora pequena. Seu tamanho e estrutura lembram um microondas tradicional, com 50 cm de largura, 43 cm de profundidade e 22 cm de altura. A intervenção dos astronautas no voo espacial para usar a máquina é mínima, já que o processo de reciclagem é automatizado.

Nós acreditamos que a inovação ajuda a melhorar a vida das pessoas, seja aqui na Terra ou no espaço. Na Terra, estamos empenhados num esforço conjunto, que envolve nossos clientes, parceiros da cadeia de valor e a sociedade em geral, para a busca de soluções mais sustentáveis por meio do uso do plástico. Uma delas é o próprio bio-plástico I’m green PE, o primeiro polietileno do mundo feito a partir de fonte 100% renovável, que contribui para redução da emissão de CO2, um dos gases do efeito estufa. E, no espaço, apoiando a Made In Space, temos a oportunidade de contribuir para o aumento de autonomia das missões e otimização do peso transportado”, afirmou Fernando Musa, presidente da Braskem.