Energia eólica é a segunda fonte da matriz elétrica brasileira. O gás natural é apenas o sexto.

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Segundo mostra análise recente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), a energia gerada pelo setor, na média mensal, é suficiente para abastecer 28,8 milhões de residências por mês, o que significa uma população de cerca de 86 milhões de pessoas. É o segundo mais importante (9,3%) na geração de energia elétrica no Brasil, ficando atrás apenas da energia hidroelétrica (59,6%). Em 2020, o Brasil está em sétimo lugar no ranking mundial de capacidade instalada em geração de energia eólioca.

 

Segundo a ABEEólica, o eficiente desenvolvimento da indústria eólica no Brasil pode ser explicado pela ótima qualidade dos ventos brasileiros e também pelo forte investimento das empresas que, nos últimos dez anos, construíram uma cadeia produtiva nacional para sustentar os compromissos assumidos e o enorme potencial de crescimento desta fonte de energia no Brasil.

No que se refere à qualidade dos ventos, importante citar que o Brasil tem um fator de capacidade (dado que mede a produtividade dos ventos) acima da média mundial. No ano passado, por exemplo, o fator de capacidade médio mundial foi de 34%, enquanto no Brasil foi de 42,7%, sendo que chegamos a registrar mês de média com 59% durante a safra dos ventos.