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Viés de alta nas resinas fenólicas para compensados

Viés de alta nas resinas fenólicas para compensados

Na edição do MMR Termofixas de novembro fica bem nítido que os preços das resinas fenólicas para compensados vêm em um crescente de alta desde maio. O preço médio das resinas fenólicas standard para compensados utilizados na construção civil foi de R$ 1.407/ton em outubro, aumento de 14,6% sobre setembro. Para novembro e dezembro os preços também estão com viés de alta.

As exportações de compensados têm se mantido em um patamar, mantendo um volume que rompe a barreira dos 95 mil m³/mês desde maio. As exportações de compensado de pinus, principal material exportado na categoria de compensados (cerca de 78,1 mil m³), tiveram como destinos mais importantes o Reino Unido com 25,4% de participação em volume e Alemanha com 16,3%, resultados similares aos do mês de setembro. Entretanto, as exportações aos EUA deste produto em particular diminuíram 68% em volume entre setembro e outubro.

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Postado por: João Luiz Zuñeda em 23/11/2009


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Preço da nafta no Brasil em 2008/2009: quanta diferença!

Preço da nafta no Brasil em 2008/2009: quanta diferença!

 

Analisando o preço da nafta petroquímica no Brasil publicado pelo QuiMax Report vemos que em julho de 2008 as petroquímicas brasileiras pagaram incríveis US$ 1.100 por tonelada. Mesmo com o preço do barril do petróleo oscilando próximo a US$ 80 no quarto trimestre de 2009, o preço da nafta neste período vai ficar próxima a US$ 620 por tonelada. Quanta diferença...

Lembrando, em janeiro e fevereiro de 2009, no auge da crise e das incertezas em relação a economia para o ano, o preço da nafta chegou a ser negociada por US$ 300 por tonelada. Quase 4 vezes menor que a maior cotação de 2008.

E para 2010? Boa pergunta... Para a equipe do QuiMax!!  Eles tem boas informações: Solange Stumpf e Otávio Carvalho. Fale com eles.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 16/11/2009


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Brasil vai ser o sexto em 2030... E o primeiro também !!

Brasil vai ser o sexto em 2030... E o primeiro também !!

Preocupante ser sexto? Teremos uma Copa do Mundo em 2030. Será que seremos o sexto no futebol e não iremos para o quadrangular final? Mas não é isto que quero destacar no meu blog. Neste ano de 2030, conforme projeção desta semana da Agência Internacional de Energia (IEA) o Brasil vai ser o sexto maior produtor de petróleo do mundo. Que grande notícia, que grande previsão, que grande vitória. Agora eu faço a minha previsão também, como torcedor do futebol do Brasil, vamos ser o primeiro no futebol...vamos para o quadrangular final em 2030, e vamos ser campeões.

Ser o primeiro e o sexto em 2030 é motivo de orgulho para todos nós torcedores da seleção canarinho e da Petrobrás. Que vitórias. São vitórias de uma nação. São vitórias de equipes vencedoras. Que venha a França, a Argentina, a Itália na final do Copa do Mundo de 2030 que a seleção brasileira de futebol não “pipoca”. Que venha o pré-sal, com seus 7.000 metros de profundidade, depois de uma camada de 2.000 metros de sal, que a Petrobrás já mostrou que também “não pipoca”.

Em 2030, apenas a Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Irã e Canadá estarão produzindo mais petróleo que o Brasil. Mas neste período entre 2010-2030, segundo a IEA, o Brasil terá o terceiro maior crescimento percentual na produção de petróleo, perto de 3% ao ano. Vamos ter as Copas do Mundo de 2022 e 2026 antes da Copa de 2030. Quem sabe nosso sexto lugar não chega antes? O certo é que temos que continuar torcendo, pois são times vencedores, com resultados para todos verem, sentirem, não são mais promessas.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 10/11/2009


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´Distillate Fuel Oil´ nos EUA: novos tempos !?!?

´Distillate Fuel Oil´ nos EUA: novos tempos !?!?

O óleo combustível (incluindo diesel), ou como os americanos definem, o “Distillate Fuel Oil”, é o segundo maior produto de petróleo consumido nos EUA. Apresenta diversos usos, combustível para caminhões e trens, aquecimento doméstico e até mesmo uma pequena quantidade para geração de energia elétrica. Embora ainda ofuscada pelo consumo de gasolina nos EUA, a tendência é de aumento na demanda por “Distillate Fuel Oil”. Isso está causando grandes mudanças no papel dos EUA no mercado mundial desta faixa de produtos.

Durante muitos anos, os EUA foi importador líquido de volumes relativamente pequenos de “Distillate Fuel Oil” – oriundos principalmente do Canadá e das Ilhas Virgens. Durante o inverno a demanda por aquecimento aumenta, e importações adicionais são necessárias – provenientes da Europa e América Latina.

Essa dinâmica de importações mudou consideravelmente em 2008, pois os preços do produto subiram mais que os da gasolina. Raramente os preços dos “Distillate Fuel Oil” são maiores que os da gasolina durante o verão norte-americano, mas foi o que aconteceu em 2008.

Diversos fatores estão por trás desse fato. Na América do Sul, os preços estavam limitando a produção e exportação da Argentina de gás natural. No Chile, uma grave seca reduziu a geração de energia via hidroelétricas. Diante desse cenário, o uso do “Distillate Fuel Oil” como substituinte a curto-prazo foi conveniente. Os preços começaram a subir devido ao aumento de demanda. Logo, as refinarias norte-americanas elevaram a produção visando atender a alta procura em 2008.

Em 2009, o mercado de “Distillate Fuel Oil” retornou ao normal. Apesar dos menores preços frente a gasolina, os EUA continuam com a balança comercial positiva, ou seja, exportam mais que importam.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 03/11/2009


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