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O blog da MaxiQuim. Leia aqui textos de especialistas no mercado da indústria química e petroquímica
Quando o assunto é biocombustíveis, o Brasil mais uma vez se destaca no cenário internacional. A participação de fontes renováveis na matriz energética do país é 45,9%, enquanto que no mundo é de apenas 12,9%. Uma das vantagens competitivas é a potencialidade de produzir simultaneamente alimentos e energia, o que o diferencia de outros países.
Na Conferência BiodieselBR 2009, realizada na semana passada em Curitiba, ficou evidente que o biodiesel no Brasil é um exemplo de política pública que funcionou. Não me lembro da última vez em que participei de uma conferência em que o governo não é alvo de críticas, pelo contrário, foram só elogios. O comprometimento público na antecipação das metas, aperfeiçoamento das regras dos leilões, e arranjos produtivos para resolver problemas de matéria-prima, entre outros aspectos, levou a um amadurecimento do mercado e conseqüente redução do risco sistêmico do negócio. Houve qualificação e ganho de eficiência. As diretrizes são sustentabilidade, inclusão social, questão ambiental, qualidade e diversificação de matérias-primas.
A partir de 1º de janeiro de 2010, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil deve conter, obrigatoriamente, 5% de biodiesel (B5). Para os próximos anos deverão ser estabelecidas novas metas (B10, B20, B20 metropolitano, B100 no transporte coletivo). Porém, o futuro do biodiesel reside essencialmente nas novas matérias-primas de 2ª geração, requeridas para melhorar a competitividade do negócio. Sem que haja empenho conjunto no desenvolvimento agrícola para a produção alternativa à soja, o negócio de biodiesel poderá se limitar ao B10. A soja representou o suporte inicial do programa, mas agora é preciso apostar no aumento de produção de matérias-primas mais baratas, e com preços menos voláteis.
São diversos os desafios e oportunidades para quem está no negócio. A transição para o mercado livre vai acabar acontecendo, mas ainda existem etapas a serem cumpridas. Hoje, a obrigatoriedade é a forma de incrementar a demanda, já que o biodiesel ainda é mais caro do que o diesel. Além disso, ainda não contamos com mecanismos de controle da mistura diesel/biodiesel. A aplicação da obrigatoriedade deve ser, portanto, respeitada, a fim de evitarmos o desabastecimento da mistura. Para o produtor de biodiesel, a diversidade de oportunidades é muito grande e deve ser melhor explorada. Existe uma gama enorme de derivados oriundos da biorefinaria, e as tecnologias para a produção estão sendo desenvolvidas rapidamente. O futuro é promissor, não tenho dúvidas disto.
Preços do metanol seguiram em elevação em setembro. O preço médio de comercialização sem desconto para grandes volumes foi de R$ 502/ton (ex- impostos), aumento de 8,9% em relação a agosto.
A previsão de preço médio para setembro era de R$ 490/ton, de acordo com a edição anterior do MMR-Termofixas. O preço do metanol internado (inclui seguro, frete, despesas portuárias, corretagem, etc.) em setembro atingiu cerca de R$ 580/ton. O viés de preços é de alta no curto prazo.
Após quase 12 meses de seguidas quedas de preço, o metanol acha espaço para uma tendência de aumentos até o fim de ano, pelo menos. Alinhamento com as cotações internacionais e aumento do consumo de resinas termofixas com a melhora das perspectivas nas vendas de painéis de madeira no último trimestre, ditam o aumento do metanol no Brasil. Para o mês de outubro o preço médio ex-impostos deve se aproximar a R$ 528/ton, e o preço internado chega a R$ 623/ton.
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qual o grafico atualizado do valor do metanol no Brasil?
Gostaria de obter informações sobte o preço do Metanol.
eu queria saber o preço do metanol hoje no mercado brasileiro.
Olá Ricardo, temos sim uma série mais completa. Por favor, entra em contato com o Paulo Macaubas (macaubas.cp@maxiquim.com.br) que ele te dará mais informações. Abraço,
Prezado João Luiz, Vocês teriam uma série histórica de preços do metanol mais extensa, ou seja, de alguns anos? Como seria possível termos acesso? Saudações,
Os transformadores brasileiros de produtos plásticos que produzem embalagens sabem que os dois últimos trimestres de cada ano a demanda fica mais aquecida. A sazonalidade nestes meses beneficiam suas vendas... mas os preços também acompanham esta sazonalidade e crescem.
Uma excelente análise feito pelo QuiMax Report ( www.quimaxlatin.com ) este mês demonstra esta influência nos preços dos polietilenos (PE's) no Brasil. O gráfico ao lado mostra que os preços subiram sistematicamente nos anos de 2006-2008 entre o terceiro e quarto trimestre, reflexo da demanda aquecida. Este ano a tendência continua.
Nesta trajetória os preços dos PE's subiram em média R$100/tonelada em setembro... em alguns casos chegou a R$160/tonelada... e a expectativa para outubro, segundo o QuiMax Report, é um acréscimo de 5%... é a sazonalidade... melhor é a velha lei da oferta e demanda.
Olá Reinaldo, tudo bem? Concordo plenamente contigo que a reciclagem deveria ter mais incentivos no Brasil... desde a desoneração de impostos até para a compra de máquinas mais modernas... RECICLAGEM é um bom negócio para a economia, gera muito emprego e soluciona muitos problemas... mas tem quer ser um bom negócio para as empresas, que na sua maioria são pequenas e com pouco incentivo. Vc já ouviu falar do PLASTIVIDA? Acho que uma aproximação com eles poderia te ajudar. Quer o contado deles? Abraço, Zuñeda
caro amigo, tudo que é matéria prima é exportada, e compramos os produtos acabados ( importados ) por um preço absurdo. logo pergunta básica ; quando vai terminar essa história de "calça jeans".... Conclusão seremos sempre a colônia do mundo , com nossas indústrias sucateadas, com máquinas superadas e obsoletas . que política é essa de tantas empresas que se dizem apoiadoras da reciclagem.... reciclagemdas máquinas industriais enferrujadas por falta de uso e falta de incentivo fascal do governo. Quem de voc~es foi falar com O Presidente Lula ... cade o protesto dos resicladores e entidades afins ,pleitiando incentivo de estados e municípios para valorizar o catador de produtos recicláveis, e com preço mínimo de incentivo .....peço que faça uma pesquisa de compra de tipos básicos de recicláveis e publique no jornal do catadores , assim como existe o jornal dos pintores nas lojas de material de pintura , e tantas outras pequenas facetas para divulgação e cultura dos artesões e design para consumo interno....bem, desde já agradeço vosso breve retorno , atenciosamente Reinaldo
O Brasil receberá em 2016 os primeiros Jogos Olímpicos da história disputados na América do Sul. O anúncio, feito pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) na última sexta-feira, 2 de outubro, em Copenhague, Dinamarca, confirmou a vitória do Rio de Janeiro sobre as cidades de Chicago, Tóquio e Madrid.
A realização do evento mais importante do esporte no Brasil soma-se a Copa do Mundo de 2014, e promete transformar o país em um canteiro de obras nos próximos anos. O Brasil terá uma mudança estrutural com benefícios de longo prazo pelo investimento em infraestrutura, telecomunicações, portos e aeroportos.
O projeto apresentado pelo Rio prevê o gasto de US$ 14,42 bilhões na organização da Olimpíada. Segundo cálculo do estudo de impactos socioeconômicos potenciais da realização dos Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro em 2016, encomendado pelo Ministério do Esporte à Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo (USP), a vinda dos Jogos para o Rio de Janeiro trarão grandes benefícios econômicos a cidade e ao país.
A pesquisa estima que a economia vai movimentar US$ 51,1 bilhões entre os anos de 2009 e 2027 por causa das Olimpíadas. Isso significa que, de cada dólar investido nos Jogos, a iniciativa privada vai gastar outros US$ 3,26. Os setores da economia que mais ganharão com os Jogos serão a construção civil (10,5% dos efeitos totais), serviços imobiliários e aluguel (6,3%), serviços prestados à empresas (5,7%), petróleo e gás (5,1%), serviços de informação (5,0%) e transporte, armazenagem e correio (4,8%).
Mas os ganhos para o país vão muito além da economia. A vinda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos trará ao país desenvolvimento em áreas estratégicas para o futuro. A ampliação e melhoria dos transportes coletivos, construção de hospitais e reforma do sistema de saúde, investimentos em educação e demanda de mão-de-obra especializada, são algumas das heranças positivas que não devem acabar tão logo a cerimônia de encerramento tiver fim.
Com a vitória do Rio de Janeiro, indiscutivelmente a cidade de maior beleza natural entre as concorrentes, o Brasil consolida ainda mais sua posição de importância no cenário mundial. Referenciado pela política econômica estável, que nos possibilitou uma rápida recuperação da crise internacional, destacado pela atuação mundial de grandes grupos empresariais, pela força e desenvolvimento tecnológico da Petrobrás, pelas promissoras reservas de petróleo do pré-sal e agora sediando os maiores eventos esportivos do mundo que, certamente, farão a atenção de todos ficarem voltadas pra nós.
Agora é trabalhar e mãos a obra: Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas Brasil 2016. Este é o Brasil vitorioso.
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