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| PS | UREIA | PELBD | PP | RESINA-MDF |
|---|---|---|---|---|
| 3.553 R$/ton | 959 R$/ton | 1.945 US$/ton | 4.105 R$/ton | 441 US$/ton |
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O blog da MaxiQuim. Leia aqui textos de especialistas no mercado da indústria química e petroquímica
Todos esperavam... até a Alemanha. Mas quando um ícone de tantas décadas é ultrapassado, nem todos acreditam. No primeiro semestre deste ano, a China ultrapassou a Alemanha como maior exportadora mundial e este resultado deve se consolidar no segundo semestre, mesmo com a recuperação da economia do Euro e da Alemanha.
As exportações da Alemanha de maior conteúdo tecnológico agregado foram duramente afetadas este ano com a queda nos investimentos no mundo. Estima-se que as exportações da Alemanha deverão cair em 2009 perto de 25% em valor e a China uma parcela menor, próximo a 20%.
Analisando o crescimento das exportações da China de quase 30% nos anos de 2005, 2006 e 2007, a OMC já previa que este dia chegaria, não imaginavam que fosse no primeiro semestre de 2009. A derrocada dos investimentos com a crise e a queda do crédito foi a pá de cal para as exportações da Alemanha.
Estes dois países juntos exportaram em 2008 quase US$ 3 trilhões... Tudo leva a crer que em 2009 a China vai ultrapassar o Japão como segunda maior economia do mundo.
Na criação “pós-moderna”, a arte de Andy Warhol, a música de John Cage, o punk rock e a new wave, os filmes de Godard, a literatura de Burroughs são expressões claras desta época. Para o crítico americano Fredric Jameson a “a pós-modernidade é a lógica cultural do capitalismo tardio, correspondente à terceira fase do capitalismo”. O “pós-modernismo” foi o período das mudanças ocorridas nas artes e nas ciências desde 1950, quando se encerra o modernismo (1900-1950) e nasce, principalmente, com a arquitetura e a computação nos anos 50. Esta época na petroquímica foi a modernidade... agora, somente agora, a petroquímica no mundo e no Brasil está entrando na “pós-modernidade”.
Com o fato relevante divulgado esta semana pela Braskem de que a empresa está em tratativas com a Quattor para uma aliança ou compra, a petroquímica no Brasil, depois da consolidação empresarial ocorrida nos últimos anos com o forte apoio da Petrobrás, também está entrando na “pós-modernidade”. São poucos países e empresas que estão neste caminho... O Brasil está... quer ter uma “Brazil Resins”.
Esta nova fase se consolida com a formação de novos grandes grupos privados petroquímicos, com atuação mundial, e que antes não estavam nas Top 10 da indústria petroquímica. Serão os BRICs da petroquímica. Nesta fase “pós-moderna” estas empresas estão ganhando musculatura nas suas regiões (América Latina, Ásia, Oriente Médio), terão empresas de petróleo como sócias relevantes, buscam matérias-primas (gás e nafta) competitivas e farão aquisições nos EUA e Europa de ativos das empresas que já estão nas Top 10.
Como temos a Vale, a Brasil Foods, as legítimas Havaianas, iremos ter a “Brasil Resins”. É o “pós-moderno” na petroquímica...
O teu artigo é muito feliz ao dar a dimensão do que está ocorrendo com as companhias brasileiras que se lançam no desafio da internacionalização. Além do valor gerado para os acionistas, é uma investida absolutramente necessária para um país que pretende ser protagonista neste mundo globalizado, e mais para pós-pós-moderno..
Concordo plenamente com a visão pós moderna do Brasil ter um grande "player" petroquímico, com forte integração com o fornecedor (Petrobras) de matérias primas . Assim poderá ter competitividade no mundo global das resinas e outros químicos que o Brasil tiver DNA próprio.
Este é o valor comprometido pelos governos dos países desenvolvidos para salvar bancos e restaurar o crédito no sistema monetário internacional. Ou como disse o economista Paul Krugman: “...muitas especulações combinam rentabilidade privada com inutilidade social”. Foi o socorro para um sistema que estava acostumado com um ambiente de “trades de alta freqüência”.
A conta já paga pela crise é de US$ 7 trilhões. Agora a conta da crise vai ser avaliada cada vez mais pelo desemprego. Quando parece que os sinais mais negros sobre a atividade econômica começam a se dissipar, ainda vamos assistir no mercado de trabalho à destruição de milhares de postos de trabalho. Na zona do euro ou nos EUA, a taxa de desemprego já atingiu valores próximos a 10%.
O risco é o do desemprego conjuntural se tornar estrutural, dificultando com isto a reinserção da mão-de-obra no mercado de trabalho no futuro. São 50 milhões de pessoas sendo inseridas na força de trabalho a cada ano. Seria necessária a criação de 100 milhões de novas vagas de emprego até 2010 apenas para manter a taxa de desemprego em níveis próximos a 10% da população economicamente ativa.
Aí está o limite do desemprego conjuntural se tornar estrutural... e elevado (próximo a 10%) na Europa e EUA... com reflexos no consumo das famílias e nas indústrias dos BRICs... Este preço para a crise será maior ainda.
...este é o plástico. Do projeto da Volkswagen de fabricar 1 milhão de carros por ano no Brasil em 2012 ao da Nestlé, também no Brasil, de engarrafar a tradicional e cara água mineral italiana Sanpellegrino. Em ambas o plástico está muito presente.
Nos últimos anos a participação do plástico nos carros cresceu de apenas 5% para 15%. Isto é menos peso e menos consumo de gasolina. Os carros da Volkswagen são um bom exemplo nisto no Brasil. Mais carro, para mais gente.
No sofisticado, a água mineral Sanpellegrino da Nestlé, cuja fonte é na região do norte da Itália perto de Milão, e que chega a custar U$10 o litro, deverá ser envasada também em plástico no ano que vem, no mundo e no Brasil.
Em época de campanhas contra o plástico, devido ao seu uso em sacolas de supermercados, não podemos ignorar o quanto o plástico está presente de modo positivo em nossas vidas. E também não podemos esquecer que o seu uso e o seu descarte incorretos das sacolas de plástico e que o tornam um problema.
Concordam??
Gostaria de saber quando vocês vão d cocnseguir incentivo aos catadores de material plástico reciclávl,para crescer a coleta desses e não ocorrer sempre a mesma coisa: rios sendo competidos por esgoto e material plástico ( PET ). Logo , conclue-se: tudo é só blá, blá, ....Dinheiro só vai pro bolso de quem já tem não é mesmo!.. Até breve , Reinaldo
Realmente as pessoas esquecem que o plastico é um material muito versatil e diante da crescente populaçao mundial não ha outra materiais disponiveis para suprir todas as necessidades do ser humano , apenas o plastico e as pessoas esquecem disso, pois na cabeça delas plastico é apenas a sacola do supermercado,mas o carro que elas andam deve ser de outro material ....
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