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| PVC | PEBD | PELBD | RESINA-MDF | PP |
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| 1.532 US$/ton | 7.645 Peso/ton | 1.831 US$/ton | 441 US$/ton | 7.225 Peso/ton |
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O blog da MaxiQuim. Leia aqui textos de especialistas no mercado da indústria química e petroquímica
O brasileiro começa a acordar para um dos maiores problemas ambientais mundiais, o gerenciamento do lixo. No Brasil, menos de 1/3 do lixo urbano é enviado para aterros sanitários, os outros 2/3 são enviados para lixões, sem tratamento, sem controle, com enormes riscos para a população. As cidades brasileiras produzem 150 mil toneladas de lixo por dia.
Qual a solução então?
Primeiro, criar um marco regulatório. E parece que agora, depois de muito tempo (20 anos de discussão), o Executivo vai sancionar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, discutida e aprovada no Congresso. Quem sabe no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
E depois? Entender que as soluções RECICLAR e INCINERAR para geração de energia, por exemplo, não são excludentes, são complementares. Isto já acontece em vários países europeus como Alemanha, Espanha e França, e também no Japão. Na Alemanha hoje, menos de 5% dos resíduos sólidos vão para aterros controlados, quase 50% vão para reciclagem. Os resíduos não reciclados são incinerados para geração de energia elétrica ou para geração de vapor para aquecimento residencial. A reciclagem de plástico, papel, alumínio é uma parte do gerenciamento dos resíduos sólidos, não o seu fim. Além do que, o custo da coleta seletiva é, em média, cinco vezes maior que o da coleta tradicional.
Temos que acabar, proibir, banir os lixões a céu aberto. Temos que criar condições legais, ambientais e econômicas para a queima e a incineração de parte dos resíduos. Fortalecer ainda mais a reciclagem, no que pode ser reciclado. Temos que acabar com o lixo "in natura" sendo jogado em lixões.
politica nacional residuos solidos brasil: www.redsolenergy.com/pnrs.pdf Plantas Tratamento "BASURA_CERO" & "RESIDUOS_CERO" Uma alternativa para os problemas ambientais dos resíduos sólidos urbanos é a construção de estações de tratamento, os resíduos sólidos para produzir electricidade. Em http://www.redsolenergy.com nós concepção e construção dos resíduos sólidos, eliminando assim o principal problema dos resíduos ea produção simultânea de eletricidade limpa e renovável. Nossas instalações e projetos para evitar que o ambiente emitem grandes quantidades de CO2, evitar problemas de resíduos, para eliminar focos da doença, a produção de electricidade limpa, renovável e criar empregos sustentáveis. Nós trabalhamos na construção de fábricas na Europa e América.
Prezado Zuñeda Concordo plenamente contigo; o correto encaminhamento dos resíduos sólidos passa pela incineração de parcela significativa do volume produzido. Abraço Paulo Affonso
Excelente, Zuñeda. muito oportuna a matéria. Tu sabias que eu estou hoje envolvido numa iniciativa da Braskem neste sentido? Vamos bater um papo um dia desses. Abração, Marcelo J. Spohr
Foram bons os resultados do 1trim 2010/ 1trim 2009 para a indústria de produtos químicos de uso industrial: crescimento de 16% tanto em produção quanto em vendas. Além do bom desempenho do mercado interno, a fraca base em 2009 colaborou para tais resultados. Dados do setor indicam que os níveis atuais de produção são muito próximos aos verificados em 2008, no mesmo período. No entanto, quando se analisam os dados das vendas internas, observa-se que o patamar em tal período é bem inferior tanto a 2007 quanto a 2008, como mostra o gráfico acima.
Maiores níveis de importação, tanto de produtos químicos quanto de produtos acabados podem explicar essa diferença. Com o cenário de demanda aquecida e o Real valorizado, as importações são favorecidas. O suprimento da demanda crescente (PIB real) por importações é um sinal claro de necessidade de investimentos, a fim de se incrementar o PIB potencial. No entanto, a ameaça de inflação num cenário como esse exige medidas como alta de juros, que por si só é um fator de desestímulo ao investimento, limitando assim o crescimento.
Muitos investimentos na indústria química brasileira já foram anunciados, e a previsão é de que até 2020 muitos outros sejam feitos. O que pode garantir certo otimismo em tais expectativas é de que tais investimentos são contemplados através do Pacto Nacional da indústria Química, lançado no final de 2009 e que propõe a adoção de uma série de medidas pelo governo, como a garantia de disponibilidade de matéria-prima, a desoneração da cadeia produtiva e a isonomia tributária. Num cenário como o atual, a adoção de medidas diferenciadas para o investimento faz-se necessária.
Todos sabemos de onde vem a nova onda de capacidade de produção de resinas termoplásticas. Sabemos, também, que tal onda vem embalada por uma matéria-prima extremamente competitiva: o gás natural. Essa matéria-prima tem um custo baixo, subsidiado pelas petroleiras árabes, de modo a atrair investimentos importantes para a indústria local. Esses investimentos já estão realizados. A maioria das plantas está pronta para operar. Algumas já estão rodando.
Só que há um detalhe: o gás natural disponível para a petroquímica na Arábia Saudita é gás associado. Ou seja, só é produzido se houver também a produção de petróleo. Pois bem, tem sido essa uma das principais explicações para os constantes atrasos na tal onda de novas capacidades dos países árabes. Com a demanda por petróleo ainda abaixo dos níveis de 2006, algumas fontes indicam que a produção da Arábia Saudita gira atualmente ao redor de 8 milhões de barris por dia, quando seriam necessários 10 milhões por dia para disponibilizar a quantidade de etano necessária para a operação dos crackers à plena capacidade.
Conforme recente artigo na Business Week, em abril o reino da Arábia Saudita produziu 209 mil barris diários acima da cota estipulada pela OPEP, o que lhes deixa com pouca margem de manobra para incrementar a produção e disponibilizar mais etano para os crackers. É aí que reside o problema: aumentar a cota junto à OPEP significaria que outros países membros teriam que reduzir as suas, já que oferta maior, com a mesma demanda, significa queda dos preços. E isso, ninguém na OPEP quer.
Sem produção maior na Arábia Saudita, não vai haver etano suficiente para operar os novos crackers em nível elevado. E se o preço do petróleo cair, será ainda pior.
O 1T/2010 para a indústria química nos EUA foi um exemplo de como funciona uma economia de mercado (quase) perfeita: a utilização da capacidade instalada aumentou 8,7% no acumulado de 12 meses até março, a produção aumentou 6,9%, logo os preços subiram 8,8%.
A economia americana, e a sua indústria de transformação e indústria química, vem crescendo depois da crise de 2008, pode não ser um "V-shaped", mas a recuperação está acontecendo. A preocupação continua sendo a taxa de desemprego ainda elevada (9,9% em abril) e os ventos contrários da economia européia e, quem sabe, da economia chinesa.
Parece que ainda está cedo para decretar que a economia e a indústria química americana estão em "V-shaped", mas estão crescendo...
Quando se fala dos grandes investimentos na produção de resinas, principalmente PE's e PP, no Oriente Médio nos últimos anos, sabe-se que a maior parte deles são para atender o mercado asiático, ou seja, a China. Na sua dimensão menor, mas mercadologicamente muito importante, agora a China também se tornou a parceira mais importante para as exportações de resinas do Brasil, superando a Argentina.
Agora podemos dizer que das commodities exportadas pelo Brasil para a China, não está somente soja e aço, também estão PE's e PP. A China é hoje o principal destino das exportações de PP do Brasil. No primeiro trimestre de 2010, a participação da China foi de 23% e no mesmo período de 2009 o percentual foi de 39%. É o segundo maior destino das exportações de PE's, após a Argentina. No primeiro trimestre de 2010, a China teve participação de 10% no destino da exportação de PE's, enquanto que no mesmo período de 2009 o percentual foi de 21%.
A menor participação da China neste ano de 2010, tanto em PP quanto em PE's, se deve a redução de excedentes para exportação devido ao aquecimento do mercado doméstico brasileiro. No Brasil, também, os preços das resinas termoplásticas mantiveram tendência de alta em abril, mas no geral as variações foram menores que as verificadas em março. Também não são todas as resinas que seguem com preços em alta. Algumas já apresentam estabilidade e devem permanecer assim ao menos até maio. Com os preços elevados das resinas no mundo, inclusive na China, novas oportunidades para exportação do Brasil continuarão a aparecer, afinal este parece ser um trabalho de longo prazo que deve estar projetado pela Braskem.
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