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Energia: chineses surpreendem novamente....

Energia: chineses surpreendem novamente....

A China se apresenta hoje como a segunda economia do mundo e, para muitos, esse lugar foi obtido somente à custa da exploração dos empregados, devastação maciça de áreas verdes...Enfim, exaurindo os recursos naturais do planeta em busca de matérias-primas e combustíveis que são, na maioria deles, fósseis.

Mas esse cenário está se alterando aos poucos na realidade chinesa, a não ser pela questão a trabalhista... Hoje a China surge como um líder mundial em desenvolvimento e utilização de energias limpas. O governo chinês, nos últimos anos, reconheceu a questão energética como ponto-chave para o desenvolvimento econômico adotando políticas e regulamentos que visam incentivar a eficiência energética e a utilização de energias renováveis.

Apesar dos bilhões de dólares investidos em tecnologias limpas, a demanda energética chinesa continuará a crescer nas próximas décadas, devido principalmente à indústria que é muito forte. Então, o governo concentrou esforços para aumentar a eficiência na queima do carvão nas termoelétricas, pois hoje é sua principal fonte energética. Essa política de combate ao desperdício foi instaurada em 2005 com o intuito de diminuir as restrições no fornecimento de energia, aumentar a segurança energética do país e reduzir os impactos ambientais. Os resultados surgiram em três anos, levando o consumo de energia per capita a cair em 10%, sendo possível evitar o consumo de 290 milhões de toneladas equivalentes de carvão (tce, sigla do inglês) e reduzindo as emissões dos gases estufa (principalmente o gás carbônico) em 750 milhões de toneladas de CO2-equivalente.

Em 2009 a China totalizou a produção de 300 milhões de toneladas equivalentes de carvão (excluindo a biomassa) produzidas a partir de fontes renováveis, isso representava 10% da energia primária utilizada naquele ano. A estratégia adotada pelo país até 2020 é utilizar 15% da energia produzida oriunda de fontes naturais. E as previsões apontam para que esse porcentual chegue a 30% até 2030 e fique em torno de 30 a 45% até 2050. A intenção dos chineses é clara, tentar tornar a energia alternativa em convencional... Será que isso é possível a em questão de duas ou três décadas?

Com relação a China, parece que tudo é possível...

Postado por: João Luiz Zuñeda em 21/03/2011


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Shale gas nos EUA: a polêmica está mais forte...

Shale gas nos EUA: a polêmica está mais forte...

A certeza americana é de que o shale gas é um grande aliado para os EUA garantirem a independência energética...contudo os riscos ambientais provocados pelo seu processo de obtenção estão barrando o início da perfuração de novos poços.

A bacia de Marcellus é a maior e também apresenta o maior número de reclamações por parte dos cidadãos que habitam a região. Também em estados como Texas e Louisiana que, apesar de sua economia estar renascendo com o shale gas, o barulho, a água barrenta saindo das torneiras e os produtos químicos utilizados nos poços de perfuração fazem a população protestar pelos direitos ambientais e pela sua própria saúde.

O presidente americano Barack Obama apóia os processos de fratura hidráulica (fracking) e a explicação é simples: o gás natural que será produzido do shale gas, devido a sua alta eficiência energética quando comparado com outras fontes limpas de energia, é crucial para Obama atingir a meta de produzir 80% da eletricidade a partir de fontes de energia limpas até 2035.

A questão é: se existem os riscos e efeitos do fracking e quantos tempos demorarão para emergir no meio ambiente e nas pessoas? Para responder essa pergunta, não se pode esquecer de ponderar a força dos empregos, dos lucros para as empresas e para o governo que a bacia de Marcellus proporcionou e continuará proporcionando....

Postado por: João Luiz Zuñeda em 16/03/2011


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Bras(z)il no mapa da química mundial

Bras(z)il no mapa da química mundial

Todos já sabem o que significa BRIC. Nós, que fazemos parte da indústria petroquímica e de plásticos, também já sabemos que o centro nervoso de nossa indústria em nível global é Houston, Texas. Também é sabido que alguns dos principais consultores em nível global para a indústria petroquímica têm seu QG em Houston.

Os consultores do CMAI, a principal empresa de consultoria desse setor em nível internacional - baseada em Houston - também já sabem que o mundo mudou e que os BRICs tendem a ganhar relevância no contexto global, tanto do ponto de vista social e econômico como da indústria petroquímica e de plásticos.

O Brasil é o único BRIC do ocidente, é o mais pacifista deles, o que tem mais água potável, fontes de energia renováveis, é auto-suficiente em petróleo e é uma democracia. Descobriu enormes reservatórios de petróleo e gás recentemente e, nos próximos cinco anos, vai sediar uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Não há dúvida sobre as razões que levaram o Brasil a figurar no mapa das grandes corporações globais.

Mais uma evidência do novo status do Brasil no contexto global é a vinda de alguns dos principais consultores do CMAI para um seminário de um dia completo em São Paulo, durante a 13ª edição da maior feira de plásticos do hemisfério sul, a Brasilplast. A exposição ocorre de 9 a 13 de maio e o seminário do CMAI é no dia 10 de maio.

O que se debaterá em Houston durante dois dias, no World Petrochemical Conference, também organizado pelo CMAI, será condensado em um programa de um dia, pela primeira vez em solo brasileiro. É uma oportunidade única para ficar frente a frente com os maiores especialistas do setor no mundo. Marque na sua agenda.

 

O que:Latin American Petrochemicals and Polymers Conference
Quando: 10 de maio de 2011
Onde: Holiday Inn Parque Anhembi, São Paulo, SP
Inscrições online: www.cmaiglobal.com

Postado por: Otávio Carvalho em 03/03/2011


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