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| PEBD | PVC | RESINA-MDF | UREIA | MEOH |
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| 1.846 US$/ton | 1.403 US$/ton | 394 U$/ton | 662 R$/ton | 395 US$/ton |
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O blog da MaxiQuim. Leia aqui textos de especialistas no mercado da indústria química e petroquímica

Foi no Iraque, em 1960, então uma potência petrolífera, que se criou a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Desde então, as invasões do Irã, em 1980, e do Kuwait, em 1990, acarretaram a queda vertiginosa da produção de hidrocarbonetos do país, de 3,5 milhões de barris por dia logo antes da guerra Irã-Iraque aos 2,4 milhões de barris diários atuais. No entanto, a produção iraquiana de petróleo volta, pouco a pouco, aos seus patamares de outrora. As exportações de óleo bruto em fevereiro atingiram 2,069 milhões de barris - o maior nível desde 1990. Este resultado, contudo, parece pequeno frente ao tamanho da reserva iraquiana de petróleo: 115 bilhões de barris, a terceira maior do planeta.
Isto é fruto da retomada da produção de petróleo do Iraque, anunciada em 2009. A atual exploração das reservas iraquianas é feita por companhias de todo o mundo (ocidentais, russas e asiáticas), que estavam proibidas de operar no país há mais de trinta anos. O governo lhes abriu novamente as portas a fim de acelerar a extração do petróleo bruto de dez dos mais importantes campos do país - e outros onze serão leiloados posteriormente.
O objetivo fixado pelo ministro do petróleo, Hussein Al-Chahristani, é ambicioso, almejando a extração de 10 a 12 milhões de barris por dia até 2020, se equiparando ao nível de produção da Arábia Saudita. Para outras empresas, como a Saudi Aramco, uma produção de 4 a 5 milhões de barris por dia em 2015 já seria um excelente resultado. Todavia, Arábia Saudita e Irã veem com inquietação o crescimento da extração de petróleo no país vizinho, atualmente o único membro da OPEP que não é submetido a uma cota de produção. Os iraquianos não querem negociar com o cartel antes de 2011, mas já reivindicaram uma futura cota equivalente à dos sauditas. No entanto, nem Riad nem Teerã aceitariam uma produção iraquiana diária de 10 milhões de barris, que conduziria a uma queda nos preços do petróleo.
A América Latina vem enfrentando um déficit estrutural de propeno, o que restringe o desenvolvimento de novos projetos de PP na região. O Brasil se destaca como exportador de propeno, após a consolidação de projetos base refino em 2009.
Todos os projetos de propeno base refino que estavam em andamento no Brasil foram completados em 2009, viabilizando o incremento na produção de PP. O último foi a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), em Araucária (PR), que partiu em dezembro.
Com a nova capacidade instalada de propeno base refino no Brasil, esta fonte da matéria-prima passa a representar 41% da capacidade total de propeno, de 2.7 milhões t/a, sendo os 58% restantes base indústria petroquímica, que produz a partir de craqueamento de nafta e em menor escala a partir de etano/propano de gás natural. A cinco anos atrás a nafta era responsável por 77% da capacidade de propeno.
Em termos de eteno, principal matéria-prima para a produção de resinas termoplásticas, a dependência com a nafta também vem diminuindo no Brasil, porém é mais relevante do que no caso do propeno. Além do mix etano/propano base gás natural utilizado para a produção de eteno e polietilenos no Rio de Janeiro, deverá entrar em operação neste ano em São Paulo a nova planta base gás de refinaria (offgas), que aumentará a capacidade de eteno em 200 mil t/a.
Assim, fica evidente a tendência de incremento na participação de matérias-primas base refinaria para a indústria petroquímica brasileira. No longo prazo, com a entrada das novas refinarias premium em implantação, é grande o potencial de produção de offgas, o que certamente aumentará a autosuficiência e flexibilidade de matérias-primas petroquímicas no país. Afinal, apenas uma refinaria Premium da Petrobras poderá atingir, dependendo de sua configuração, cerca de 1 milhão de toneladas de eteno produzidos a partir de uma corrente de offgas, além do propeno e da própria nafta petroquímica.
Os investimentos na petroquímica brasileira na década 2010-2020 serão bem diferentes dos que estávamos acostumados a ver em anos anteriores: novas centrais petroquímicas isoladas ou pouco integradas com as refinarias da Petrobras. Nesta nova década, os investimentos na produção de eteno no Brasil, terão como fonte principal as correntes de gás de refinaria (offgas) e as naftas das refinarias da Petrobras que entrarão em operação no Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro (Comperj), Pernambuco e Rio Grande do Norte. Serão mais de 1,3 milhão de barris/dia processados nestas refinarias, nesta década, com investimentos superiores a US$ 50 bilhões.
A refinaria do Maranhão, conhecida como Refinaria Premium I, será a maior da América Latina e a quinta maior do mundo, processando, somente ela, 600 mil barris/dia. Qualquer dessas refinarias poderá disponibilizar correntes a serem utilizadas como matérias-primas para petroquímica. Ou seja, o Comperj não é a única opção, embora seja o mais bem localizado em termos de mercado doméstico.
Para termos uma dimensão, esta semana, o governo da Arábia Saudita divulgou que busca empresas para a construção do complexo refinaria/petroquímica de Jizan, que teria uma capacidade de 250-400 mil barris/dia de petróleo. Para o governo saudita o complexo refinaria/petroquímica combinado tornaria o projeto mais rentável que uma refinaria simples. A Arábia Saudita está desenvolvendo sua indústria petroquímica e visa tornar-se uma das maiores do mundo. A empresa de petróleo Saudi Aramco tem planos para desenvolver refinarias integradas com petroquímica em grandes complexos em Ras Tanura, em Jubail e em Yanbu.
Parece que este será também o novo cenário de investimentos da petroquímica no Brasil nesta década. Mudam apenas os nomes: Maranhão, Ceará... Rio de Janeiro.
Na edição do MMR Termofixas de novembro fica bem nítido que os preços das resinas fenólicas para compensados vêm em um crescente de alta desde maio. O preço médio das resinas fenólicas standard para compensados utilizados na construção civil foi de R$ 1.407/ton em outubro, aumento de 14,6% sobre setembro. Para novembro e dezembro os preços também estão com viés de alta.
As exportações de compensados têm se mantido em um patamar, mantendo um volume que rompe a barreira dos 95 mil m³/mês desde maio. As exportações de compensado de pinus, principal material exportado na categoria de compensados (cerca de 78,1 mil m³), tiveram como destinos mais importantes o Reino Unido com 25,4% de participação em volume e Alemanha com 16,3%, resultados similares aos do mês de setembro. Entretanto, as exportações aos EUA deste produto em particular diminuíram 68% em volume entre setembro e outubro.
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Analisando o preço da nafta petroquímica no Brasil publicado pelo QuiMax Report vemos que em julho de 2008 as petroquímicas brasileiras pagaram incríveis US$ 1.100 por tonelada. Mesmo com o preço do barril do petróleo oscilando próximo a US$ 80 no quarto trimestre de 2009, o preço da nafta neste período vai ficar próxima a US$ 620 por tonelada. Quanta diferença...
Lembrando, em janeiro e fevereiro de 2009, no auge da crise e das incertezas em relação a economia para o ano, o preço da nafta chegou a ser negociada por US$ 300 por tonelada. Quase 4 vezes menor que a maior cotação de 2008.
E para 2010? Boa pergunta... Para a equipe do QuiMax!! Eles tem boas informações: Solange Stumpf e Otávio Carvalho. Fale com eles.
Preocupante ser sexto? Teremos uma Copa do Mundo em 2030. Será que seremos o sexto no futebol e não iremos para o quadrangular final? Mas não é isto que quero destacar no meu blog. Neste ano de 2030, conforme projeção desta semana da Agência Internacional de Energia (IEA) o Brasil vai ser o sexto maior produtor de petróleo do mundo. Que grande notícia, que grande previsão, que grande vitória. Agora eu faço a minha previsão também, como torcedor do futebol do Brasil, vamos ser o primeiro no futebol...vamos para o quadrangular final em 2030, e vamos ser campeões.
Ser o primeiro e o sexto em 2030 é motivo de orgulho para todos nós torcedores da seleção canarinho e da Petrobrás. Que vitórias. São vitórias de uma nação. São vitórias de equipes vencedoras. Que venha a França, a Argentina, a Itália na final do Copa do Mundo de 2030 que a seleção brasileira de futebol não “pipoca”. Que venha o pré-sal, com seus 7.000 metros de profundidade, depois de uma camada de 2.000 metros de sal, que a Petrobrás já mostrou que também “não pipoca”.
Em 2030, apenas a Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Irã e Canadá estarão produzindo mais petróleo que o Brasil. Mas neste período entre 2010-2030, segundo a IEA, o Brasil terá o terceiro maior crescimento percentual na produção de petróleo, perto de 3% ao ano. Vamos ter as Copas do Mundo de 2022 e 2026 antes da Copa de 2030. Quem sabe nosso sexto lugar não chega antes? O certo é que temos que continuar torcendo, pois são times vencedores, com resultados para todos verem, sentirem, não são mais promessas.
O óleo combustível (incluindo diesel), ou como os americanos definem, o “Distillate Fuel Oil”, é o segundo maior produto de petróleo consumido nos EUA. Apresenta diversos usos, combustível para caminhões e trens, aquecimento doméstico e até mesmo uma pequena quantidade para geração de energia elétrica. Embora ainda ofuscada pelo consumo de gasolina nos EUA, a tendência é de aumento na demanda por “Distillate Fuel Oil”. Isso está causando grandes mudanças no papel dos EUA no mercado mundial desta faixa de produtos.
Durante muitos anos, os EUA foi importador líquido de volumes relativamente pequenos de “Distillate Fuel Oil” – oriundos principalmente do Canadá e das Ilhas Virgens. Durante o inverno a demanda por aquecimento aumenta, e importações adicionais são necessárias – provenientes da Europa e América Latina.
Essa dinâmica de importações mudou consideravelmente em 2008, pois os preços do produto subiram mais que os da gasolina. Raramente os preços dos “Distillate Fuel Oil” são maiores que os da gasolina durante o verão norte-americano, mas foi o que aconteceu em 2008.
Diversos fatores estão por trás desse fato. Na América do Sul, os preços estavam limitando a produção e exportação da Argentina de gás natural. No Chile, uma grave seca reduziu a geração de energia via hidroelétricas. Diante desse cenário, o uso do “Distillate Fuel Oil” como substituinte a curto-prazo foi conveniente. Os preços começaram a subir devido ao aumento de demanda. Logo, as refinarias norte-americanas elevaram a produção visando atender a alta procura em 2008.
Em 2009, o mercado de “Distillate Fuel Oil” retornou ao normal. Apesar dos menores preços frente a gasolina, os EUA continuam com a balança comercial positiva, ou seja, exportam mais que importam.
Quando o assunto é biocombustíveis, o Brasil mais uma vez se destaca no cenário internacional. A participação de fontes renováveis na matriz energética do país é 45,9%, enquanto que no mundo é de apenas 12,9%. Uma das vantagens competitivas é a potencialidade de produzir simultaneamente alimentos e energia, o que o diferencia de outros países.
Na Conferência BiodieselBR 2009, realizada na semana passada em Curitiba, ficou evidente que o biodiesel no Brasil é um exemplo de política pública que funcionou. Não me lembro da última vez em que participei de uma conferência em que o governo não é alvo de críticas, pelo contrário, foram só elogios. O comprometimento público na antecipação das metas, aperfeiçoamento das regras dos leilões, e arranjos produtivos para resolver problemas de matéria-prima, entre outros aspectos, levou a um amadurecimento do mercado e conseqüente redução do risco sistêmico do negócio. Houve qualificação e ganho de eficiência. As diretrizes são sustentabilidade, inclusão social, questão ambiental, qualidade e diversificação de matérias-primas.
A partir de 1º de janeiro de 2010, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil deve conter, obrigatoriamente, 5% de biodiesel (B5). Para os próximos anos deverão ser estabelecidas novas metas (B10, B20, B20 metropolitano, B100 no transporte coletivo). Porém, o futuro do biodiesel reside essencialmente nas novas matérias-primas de 2ª geração, requeridas para melhorar a competitividade do negócio. Sem que haja empenho conjunto no desenvolvimento agrícola para a produção alternativa à soja, o negócio de biodiesel poderá se limitar ao B10. A soja representou o suporte inicial do programa, mas agora é preciso apostar no aumento de produção de matérias-primas mais baratas, e com preços menos voláteis.
São diversos os desafios e oportunidades para quem está no negócio. A transição para o mercado livre vai acabar acontecendo, mas ainda existem etapas a serem cumpridas. Hoje, a obrigatoriedade é a forma de incrementar a demanda, já que o biodiesel ainda é mais caro do que o diesel. Além disso, ainda não contamos com mecanismos de controle da mistura diesel/biodiesel. A aplicação da obrigatoriedade deve ser, portanto, respeitada, a fim de evitarmos o desabastecimento da mistura. Para o produtor de biodiesel, a diversidade de oportunidades é muito grande e deve ser melhor explorada. Existe uma gama enorme de derivados oriundos da biorefinaria, e as tecnologias para a produção estão sendo desenvolvidas rapidamente. O futuro é promissor, não tenho dúvidas disto.
Preços do metanol seguiram em elevação em setembro. O preço médio de comercialização sem desconto para grandes volumes foi de R$ 502/ton (ex- impostos), aumento de 8,9% em relação a agosto.
A previsão de preço médio para setembro era de R$ 490/ton, de acordo com a edição anterior do MMR-Termofixas. O preço do metanol internado (inclui seguro, frete, despesas portuárias, corretagem, etc.) em setembro atingiu cerca de R$ 580/ton. O viés de preços é de alta no curto prazo.
Após quase 12 meses de seguidas quedas de preço, o metanol acha espaço para uma tendência de aumentos até o fim de ano, pelo menos. Alinhamento com as cotações internacionais e aumento do consumo de resinas termofixas com a melhora das perspectivas nas vendas de painéis de madeira no último trimestre, ditam o aumento do metanol no Brasil. Para o mês de outubro o preço médio ex-impostos deve se aproximar a R$ 528/ton, e o preço internado chega a R$ 623/ton.
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Olá Ricardo, temos sim uma série mais completa. Por favor, entra em contato com o Paulo Macaubas (macaubas.cp@maxiquim.com.br) que ele te dará mais informações. Abraço,
Prezado João Luiz, Vocês teriam uma série histórica de preços do metanol mais extensa, ou seja, de alguns anos? Como seria possível termos acesso? Saudações,
Os transformadores brasileiros de produtos plásticos que produzem embalagens sabem que os dois últimos trimestres de cada ano a demanda fica mais aquecida. A sazonalidade nestes meses beneficiam suas vendas... mas os preços também acompanham esta sazonalidade e crescem.
Uma excelente análise feito pelo QuiMax Report ( www.quimaxlatin.com ) este mês demonstra esta influência nos preços dos polietilenos (PE's) no Brasil. O gráfico ao lado mostra que os preços subiram sistematicamente nos anos de 2006-2008 entre o terceiro e quarto trimestre, reflexo da demanda aquecida. Este ano a tendência continua.
Nesta trajetória os preços dos PE's subiram em média R$100/tonelada em setembro... em alguns casos chegou a R$160/tonelada... e a expectativa para outubro, segundo o QuiMax Report, é um acréscimo de 5%... é a sazonalidade... melhor é a velha lei da oferta e demanda.
Olá Reinaldo, tudo bem? Concordo plenamente contigo que a reciclagem deveria ter mais incentivos no Brasil... desde a desoneração de impostos até para a compra de máquinas mais modernas... RECICLAGEM é um bom negócio para a economia, gera muito emprego e soluciona muitos problemas... mas tem quer ser um bom negócio para as empresas, que na sua maioria são pequenas e com pouco incentivo. Vc já ouviu falar do PLASTIVIDA? Acho que uma aproximação com eles poderia te ajudar. Quer o contado deles? Abraço, Zuñeda
caro amigo, tudo que é matéria prima é exportada, e compramos os produtos acabados ( importados ) por um preço absurdo. logo pergunta básica ; quando vai terminar essa história de "calça jeans".... Conclusão seremos sempre a colônia do mundo , com nossas indústrias sucateadas, com máquinas superadas e obsoletas . que política é essa de tantas empresas que se dizem apoiadoras da reciclagem.... reciclagemdas máquinas industriais enferrujadas por falta de uso e falta de incentivo fascal do governo. Quem de voc~es foi falar com O Presidente Lula ... cade o protesto dos resicladores e entidades afins ,pleitiando incentivo de estados e municípios para valorizar o catador de produtos recicláveis, e com preço mínimo de incentivo .....peço que faça uma pesquisa de compra de tipos básicos de recicláveis e publique no jornal do catadores , assim como existe o jornal dos pintores nas lojas de material de pintura , e tantas outras pequenas facetas para divulgação e cultura dos artesões e design para consumo interno....bem, desde já agradeço vosso breve retorno , atenciosamente Reinaldo
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