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Petroquímica no Brasil: investimentos na década

Petroquímica no Brasil: investimentos na década

Os investimentos na petroquímica brasileira na década 2010-2020 serão bem diferentes dos que estávamos acostumados a ver em anos anteriores: novas centrais petroquímicas isoladas ou pouco integradas com as refinarias da Petrobras. Nesta nova década, os investimentos na produção de eteno no Brasil, terão como fonte principal as correntes de gás de refinaria (offgas) e as naftas das refinarias da Petrobras que entrarão em operação no Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro (Comperj), Pernambuco e Rio Grande do Norte. Serão mais de 1,3 milhão de barris/dia processados nestas refinarias, nesta década, com investimentos superiores a US$ 50 bilhões.

A refinaria do Maranhão, conhecida como Refinaria Premium I, será a maior da América Latina e a quinta maior do mundo, processando, somente ela, 600 mil barris/dia. Qualquer dessas refinarias poderá disponibilizar correntes a serem utilizadas como matérias-primas para petroquímica. Ou seja, o Comperj não é a única opção, embora seja o mais bem localizado em termos de mercado doméstico.

Para termos uma dimensão, esta semana, o governo da Arábia Saudita divulgou que busca empresas para a construção do complexo refinaria/petroquímica de Jizan, que teria uma capacidade de 250-400 mil barris/dia de petróleo. Para o governo saudita o complexo refinaria/petroquímica combinado tornaria o projeto mais rentável que uma refinaria simples. A Arábia Saudita está desenvolvendo sua indústria petroquímica e visa tornar-se uma das maiores do mundo. A empresa de petróleo Saudi Aramco tem planos para desenvolver refinarias integradas com petroquímica em grandes complexos em Ras Tanura, em Jubail e em Yanbu.

Parece que este será também o novo cenário de investimentos da petroquímica no Brasil nesta década. Mudam apenas os nomes: Maranhão, Ceará... Rio de Janeiro.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 21/01/2010


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Viés de alta nas resinas fenólicas para compensados

Viés de alta nas resinas fenólicas para compensados

Na edição do MMR Termofixas de novembro fica bem nítido que os preços das resinas fenólicas para compensados vêm em um crescente de alta desde maio. O preço médio das resinas fenólicas standard para compensados utilizados na construção civil foi de R$ 1.407/ton em outubro, aumento de 14,6% sobre setembro. Para novembro e dezembro os preços também estão com viés de alta.

As exportações de compensados têm se mantido em um patamar, mantendo um volume que rompe a barreira dos 95 mil m³/mês desde maio. As exportações de compensado de pinus, principal material exportado na categoria de compensados (cerca de 78,1 mil m³), tiveram como destinos mais importantes o Reino Unido com 25,4% de participação em volume e Alemanha com 16,3%, resultados similares aos do mês de setembro. Entretanto, as exportações aos EUA deste produto em particular diminuíram 68% em volume entre setembro e outubro.

MAIS INFORMAÇÕES DO MERCADO DE TERMOFIXAS, SOLICITE UM EXEMPLAR DO MMR TERMOFIXAS. ENTRE EM CONTATO QUE ENVIAREMOS PARA VOCÊ.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 23/11/2009


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Preço da nafta no Brasil em 2008/2009: quanta diferença!

Preço da nafta no Brasil em 2008/2009: quanta diferença!

 

Analisando o preço da nafta petroquímica no Brasil publicado pelo QuiMax Report vemos que em julho de 2008 as petroquímicas brasileiras pagaram incríveis US$ 1.100 por tonelada. Mesmo com o preço do barril do petróleo oscilando próximo a US$ 80 no quarto trimestre de 2009, o preço da nafta neste período vai ficar próxima a US$ 620 por tonelada. Quanta diferença...

Lembrando, em janeiro e fevereiro de 2009, no auge da crise e das incertezas em relação a economia para o ano, o preço da nafta chegou a ser negociada por US$ 300 por tonelada. Quase 4 vezes menor que a maior cotação de 2008.

E para 2010? Boa pergunta... Para a equipe do QuiMax!!  Eles tem boas informações: Solange Stumpf e Otávio Carvalho. Fale com eles.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 16/11/2009


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Brasil vai ser o sexto em 2030... E o primeiro também !!

Brasil vai ser o sexto em 2030... E o primeiro também !!

Preocupante ser sexto? Teremos uma Copa do Mundo em 2030. Será que seremos o sexto no futebol e não iremos para o quadrangular final? Mas não é isto que quero destacar no meu blog. Neste ano de 2030, conforme projeção desta semana da Agência Internacional de Energia (IEA) o Brasil vai ser o sexto maior produtor de petróleo do mundo. Que grande notícia, que grande previsão, que grande vitória. Agora eu faço a minha previsão também, como torcedor do futebol do Brasil, vamos ser o primeiro no futebol...vamos para o quadrangular final em 2030, e vamos ser campeões.

Ser o primeiro e o sexto em 2030 é motivo de orgulho para todos nós torcedores da seleção canarinho e da Petrobrás. Que vitórias. São vitórias de uma nação. São vitórias de equipes vencedoras. Que venha a França, a Argentina, a Itália na final do Copa do Mundo de 2030 que a seleção brasileira de futebol não “pipoca”. Que venha o pré-sal, com seus 7.000 metros de profundidade, depois de uma camada de 2.000 metros de sal, que a Petrobrás já mostrou que também “não pipoca”.

Em 2030, apenas a Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Irã e Canadá estarão produzindo mais petróleo que o Brasil. Mas neste período entre 2010-2030, segundo a IEA, o Brasil terá o terceiro maior crescimento percentual na produção de petróleo, perto de 3% ao ano. Vamos ter as Copas do Mundo de 2022 e 2026 antes da Copa de 2030. Quem sabe nosso sexto lugar não chega antes? O certo é que temos que continuar torcendo, pois são times vencedores, com resultados para todos verem, sentirem, não são mais promessas.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 10/11/2009


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´Distillate Fuel Oil´ nos EUA: novos tempos !?!?

´Distillate Fuel Oil´ nos EUA: novos tempos !?!?

O óleo combustível (incluindo diesel), ou como os americanos definem, o “Distillate Fuel Oil”, é o segundo maior produto de petróleo consumido nos EUA. Apresenta diversos usos, combustível para caminhões e trens, aquecimento doméstico e até mesmo uma pequena quantidade para geração de energia elétrica. Embora ainda ofuscada pelo consumo de gasolina nos EUA, a tendência é de aumento na demanda por “Distillate Fuel Oil”. Isso está causando grandes mudanças no papel dos EUA no mercado mundial desta faixa de produtos.

Durante muitos anos, os EUA foi importador líquido de volumes relativamente pequenos de “Distillate Fuel Oil” – oriundos principalmente do Canadá e das Ilhas Virgens. Durante o inverno a demanda por aquecimento aumenta, e importações adicionais são necessárias – provenientes da Europa e América Latina.

Essa dinâmica de importações mudou consideravelmente em 2008, pois os preços do produto subiram mais que os da gasolina. Raramente os preços dos “Distillate Fuel Oil” são maiores que os da gasolina durante o verão norte-americano, mas foi o que aconteceu em 2008.

Diversos fatores estão por trás desse fato. Na América do Sul, os preços estavam limitando a produção e exportação da Argentina de gás natural. No Chile, uma grave seca reduziu a geração de energia via hidroelétricas. Diante desse cenário, o uso do “Distillate Fuel Oil” como substituinte a curto-prazo foi conveniente. Os preços começaram a subir devido ao aumento de demanda. Logo, as refinarias norte-americanas elevaram a produção visando atender a alta procura em 2008.

Em 2009, o mercado de “Distillate Fuel Oil” retornou ao normal. Apesar dos menores preços frente a gasolina, os EUA continuam com a balança comercial positiva, ou seja, exportam mais que importam.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 03/11/2009


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Biodiesel no Brasil - um caso de sucesso

Biodiesel no Brasil - um caso de sucesso

Quando o assunto é biocombustíveis, o Brasil mais uma vez se destaca no cenário internacional. A participação de fontes renováveis na matriz energética do país é 45,9%, enquanto que no mundo é de apenas 12,9%. Uma das vantagens competitivas é a potencialidade de produzir simultaneamente alimentos e energia, o que o diferencia de outros países.

Na Conferência BiodieselBR 2009, realizada na semana passada em Curitiba, ficou evidente que o biodiesel no Brasil é um exemplo de política pública que funcionou. Não me lembro da última vez em que participei de uma conferência em que o governo não é alvo de críticas, pelo contrário, foram só elogios. O comprometimento público na antecipação das metas, aperfeiçoamento das regras dos leilões, e arranjos produtivos para resolver problemas de matéria-prima, entre outros aspectos, levou a um amadurecimento do mercado e conseqüente redução do risco sistêmico do negócio. Houve qualificação e ganho de eficiência. As diretrizes são sustentabilidade, inclusão social, questão ambiental, qualidade e diversificação de matérias-primas.

A partir de 1º de janeiro de 2010, o óleo diesel comercializado em todo o Brasil deve conter, obrigatoriamente, 5% de biodiesel (B5). Para os próximos anos deverão ser estabelecidas novas metas (B10, B20, B20 metropolitano, B100 no transporte coletivo). Porém, o futuro do biodiesel reside essencialmente nas novas matérias-primas de 2ª geração, requeridas para melhorar a competitividade do negócio. Sem que haja empenho conjunto no desenvolvimento agrícola para a produção alternativa à soja, o negócio de biodiesel poderá se limitar ao B10. A soja representou o suporte inicial do programa, mas agora é preciso apostar no aumento de produção de matérias-primas mais baratas, e com preços menos voláteis. 

São diversos os desafios e oportunidades para quem está no negócio. A transição para o mercado livre vai acabar acontecendo, mas ainda existem etapas a serem cumpridas. Hoje, a obrigatoriedade é a forma de incrementar a demanda, já que o biodiesel ainda é mais caro do que o diesel. Além disso, ainda não contamos com mecanismos de controle da mistura diesel/biodiesel. A aplicação da obrigatoriedade deve ser, portanto, respeitada, a fim de evitarmos o desabastecimento da mistura. Para o produtor de biodiesel, a diversidade de oportunidades é muito grande e deve ser melhor explorada. Existe uma gama enorme de derivados oriundos da biorefinaria, e as tecnologias para a produção estão sendo desenvolvidas rapidamente. O futuro é promissor, não tenho dúvidas disto.

Postado por: Solange Stumpf em 25/10/2009


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Preços do metanol continuam em recuperação no Brasil

Preços do metanol continuam em recuperação no Brasil

Preços do metanol seguiram em elevação em setembro. O preço médio de comercialização sem desconto para grandes volumes foi de R$ 502/ton (ex- impostos), aumento de 8,9% em relação a agosto.

A previsão de preço médio para setembro era de R$ 490/ton, de acordo com a edição anterior do MMR-Termofixas. O preço do metanol internado (inclui seguro, frete, despesas portuárias, corretagem, etc.) em setembro atingiu cerca de R$ 580/ton. O viés de preços é de alta no curto prazo.

Após quase 12 meses de seguidas quedas de preço, o metanol acha espaço para uma tendência de aumentos até o fim de ano, pelo menos. Alinhamento com as cotações internacionais e aumento do consumo de resinas termofixas com a melhora das perspectivas nas vendas de painéis de madeira no último trimestre, ditam o aumento do metanol no Brasil. Para o mês de outubro o preço médio ex-impostos deve se aproximar a R$ 528/ton, e o preço internado chega a R$ 623/ton.

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Postado por: João Luiz Zuñeda em 19/10/2009


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Zuneda
Postado em: 27/11/2009

Olá Ricardo, temos sim uma série mais completa. Por favor, entra em contato com o Paulo Macaubas (macaubas.cp@maxiquim.com.br) que ele te dará mais informações. Abraço,




Ricardo Di Pietro
Postado em: 26/11/2009

Prezado João Luiz, Vocês teriam uma série histórica de preços do metanol mais extensa, ou seja, de alguns anos? Como seria possível termos acesso? Saudações,




sebastiao
Postado em: 20/10/2009




A sazonalidade dos preços dos polietilenos

A sazonalidade dos preços dos polietilenos

Os transformadores brasileiros de produtos plásticos que produzem embalagens sabem que os dois últimos trimestres de cada ano a demanda fica mais aquecida. A sazonalidade nestes meses beneficiam suas vendas... mas os preços também acompanham esta sazonalidade e crescem.

Uma excelente análise feito pelo QuiMax Report ( www.quimaxlatin.com ) este mês demonstra esta influência nos preços dos polietilenos (PE's) no Brasil. O gráfico ao lado mostra que os preços subiram sistematicamente nos anos de 2006-2008 entre o terceiro e quarto trimestre, reflexo da demanda aquecida. Este ano a tendência continua.

Nesta trajetória os preços dos PE's subiram em média R$100/tonelada em setembro... em alguns casos chegou a R$160/tonelada... e a expectativa para outubro, segundo o QuiMax Report, é um acréscimo de 5%... é a sazonalidade... melhor é a velha lei da oferta e demanda.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 13/10/2009


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João Luiz Zuñeda
Postado em: 16/10/2009

Olá Reinaldo, tudo bem? Concordo plenamente contigo que a reciclagem deveria ter mais incentivos no Brasil... desde a desoneração de impostos até para a compra de máquinas mais modernas... RECICLAGEM é um bom negócio para a economia, gera muito emprego e soluciona muitos problemas... mas tem quer ser um bom negócio para as empresas, que na sua maioria são pequenas e com pouco incentivo. Vc já ouviu falar do PLASTIVIDA? Acho que uma aproximação com eles poderia te ajudar. Quer o contado deles? Abraço, Zuñeda




reinaldo Ayres
Postado em: 14/10/2009

caro amigo, tudo que é matéria prima é exportada, e compramos os produtos acabados ( importados ) por um preço absurdo. logo pergunta básica ; quando vai terminar essa história de "calça jeans".... Conclusão seremos sempre a colônia do mundo , com nossas indústrias sucateadas, com máquinas superadas e obsoletas . que política é essa de tantas empresas que se dizem apoiadoras da reciclagem.... reciclagemdas máquinas industriais enferrujadas por falta de uso e falta de incentivo fascal do governo. Quem de voc~es foi falar com O Presidente Lula ... cade o protesto dos resicladores e entidades afins ,pleitiando incentivo de estados e municípios para valorizar o catador de produtos recicláveis, e com preço mínimo de incentivo .....peço que faça uma pesquisa de compra de tipos básicos de recicláveis e publique no jornal do catadores , assim como existe o jornal dos pintores nas lojas de material de pintura , e tantas outras pequenas facetas para divulgação e cultura dos artesões e design para consumo interno....bem, desde já agradeço vosso breve retorno , atenciosamente Reinaldo




Rio de Janeiro 2016... uma mudança estrutural para o Brasil

Rio de Janeiro 2016... uma mudança estrutural para o Brasil

O Brasil receberá em 2016 os primeiros Jogos Olímpicos da história disputados na América do Sul. O anúncio, feito pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) na última sexta-feira, 2 de outubro, em Copenhague, Dinamarca, confirmou a vitória do Rio de Janeiro sobre as cidades de Chicago, Tóquio e Madrid.

A realização do evento mais importante do esporte no Brasil soma-se a Copa do Mundo de 2014, e promete transformar o país em um canteiro de obras nos próximos anos. O Brasil terá uma mudança estrutural com benefícios de longo prazo pelo investimento em infraestrutura, telecomunicações, portos e aeroportos. 

O projeto apresentado pelo Rio prevê o gasto de US$ 14,42 bilhões na organização da Olimpíada. Segundo cálculo do estudo de impactos socioeconômicos potenciais da realização dos Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro em 2016, encomendado pelo Ministério do Esporte à Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo (USP), a vinda dos Jogos para o Rio de Janeiro trarão grandes benefícios econômicos a cidade e ao país.

A pesquisa estima que a economia vai movimentar US$ 51,1 bilhões entre os anos de 2009 e 2027 por causa das Olimpíadas. Isso significa que, de cada dólar investido nos Jogos, a iniciativa privada vai gastar outros US$ 3,26. Os setores da economia que mais ganharão com os Jogos serão a construção civil (10,5% dos efeitos totais), serviços imobiliários e aluguel (6,3%), serviços prestados à empresas (5,7%), petróleo e gás (5,1%), serviços de informação (5,0%) e transporte, armazenagem e correio (4,8%).

Mas os ganhos para o país vão muito além da economia. A vinda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos trará ao país desenvolvimento em áreas estratégicas para o futuro. A ampliação e melhoria dos transportes coletivos, construção de hospitais e reforma do sistema de saúde, investimentos em educação e demanda de mão-de-obra especializada, são algumas das heranças positivas que não devem acabar tão logo a cerimônia de encerramento tiver fim.

Com a vitória do Rio de Janeiro, indiscutivelmente a cidade de maior beleza natural entre as concorrentes, o Brasil consolida ainda mais sua posição de importância no cenário mundial. Referenciado pela política econômica estável, que nos possibilitou uma rápida recuperação da crise internacional, destacado pela atuação mundial de grandes grupos empresariais, pela força e desenvolvimento tecnológico da Petrobrás, pelas promissoras reservas de petróleo do pré-sal e agora sediando os maiores eventos esportivos do mundo que, certamente, farão a atenção de todos ficarem voltadas pra nós. 

Agora é trabalhar e mãos a obra: Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas Brasil 2016. Este é o Brasil vitorioso.

Postado por: João Luiz Zuñeda em 04/10/2009


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O Brasil visto de fora

O Brasil visto de fora

Não há dúvida que essa década está sendo marcante na história do Brasil. O país é hoje referenciado internacionalmente pela estabilidade econômica e política, a força de suas instituições e, mais recentemente, de suas empresas. De tempos em tempos há uma empresa brasileira tornando-se player mundial em algum tipo de produto. Há diversos exemplos: do agronegócio à aviação; do petróleo à cerveja; dos bancos à mineração.

Nós, que conhecemos o país, às vezes somos críticos de parte ou partes de um determinado modelo de desenvolvimento. Já os estrangeiros, passaram a admirar o que está acontecendo aqui, ainda que tenham seus próprios pontos de vista sobre um ou outro tema, sem deixar de perceber que o todo vai bem.

O Brasil hoje tem assento nos principais fóruns globais sobre qualquer assunto relevante. Isso aumenta o grau de exposição. Não foi por acaso que o presidente deposto de Honduras se refugiou em nossa embaixada. Não haveria tamanha repercussão se o refúgio fosse em um país sem tanta visibilidade.

Estamos sendo observados de perto e de longe. As estratégias dos grandes players mundiais, nos âmbitos políticos e empresariais, contemplam ao menos uma referência ao Brasil. Bem diferente de poucos anos atrás, quando éramos incluídos no grupo do “Rest of the World”.

Também a petroquímica brasileira desatou seus nós em poucos anos, livrou-se de gargalos societários e operacionais. Buscou a integração, primeiro entre monômeros e polímeros. Mais recentemente, com seu enorme peso econômico, a Petrobras se tornou um elo a mais nessa integração.

Nós brasileiros às vezes nem percebemos o que está ocorrendo aqui, pois vamos aos poucos absorvendo, entendendo e nos adequando.

Mas os estrangeiros, vizinhos ou não, percebem com clareza que o país mudou, e com ele a indústria petroquímica. Houve um tempo em que se achava que a internacionalização das empresas brasileiras era sinônimo de aventura. Hoje é uma tendência inexorável. Não parece haver dúvida que o país terá as empresas líderes na região também nessa área. E os vizinhos já estão se preparando para isso.

Postado por: Otávio Carvalho em 27/09/2009


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