MaxiQuim e Gas Energy juntas. Uma aliança estratégica que adiciona valor aos clientes nos negócios de petróleo & gás, energia, química e petroquímica.

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Frente à um cenário futuro inédito e promissor de “superoferta” de matéria prima competitiva para a indústria química no Brasil, as duas consultorias vão aproveitar suas sinergias e complementariedade, integrando toda a cadeia gás-químicos, para mostrar as novas oportunidades de negócios que vão surgir na região.

 

A Gas Energy e a MaxiQuim têm em comum presença local, liderança em suas áreas de atuação e forte capilaridade em inteligência de mercado. Unidas vão ampliar e qualificar a sua capacidade de atender clientes na região da América do Sul, fornecendo soluções de negócios valiosos com uma visão integrada desta importante cadeia produtiva.

 

 

QUEM É A MAXIQUIM?

Empresa líder em inteligência mercadológica e de negócios em química e petroquímica na América do Sul. A MaxiQuim é uma empresa brasileira que atua no mercado empresarial desde 1995 oferecendo serviços de análise de mercado para as empresas, associações, governo e bancos entre outros. Os sócios e parceiros da MaxiQuim provêm da indústria química e petroquímica, possuem larga experiência e profundo conhecimento do mercado, para investigação e análise de dados relacionados com este negócio.

 

QUEM É A GAS ENERGY?

A Gas Energy é um grupo brasileiro de consultoria e assessoria empresarial em negócios relacionados a gás natural e energia que atua nesses mercados desde 2005, com presença em toda a América Latina. O Grupo Gas Energy é formado por duas empresas: Gas Energy, que atua em consultoria, voltada para estudos de monetização de reservas de gás natural, competitividade, planejamento estratégico e avaliação de oportunidades para toda a cadeia econômica dessa indústria; e Gas Porto, dedicada a assessorar o desenvolvimento de novos negócios na área de gás natural e com grande expertise em GNL.

 


BRASIL: CENÁRIO INDÚSTRIA QUÍMICA

Ela cresce, em média, 25% acima do Produto Interno Bruto brasileiro. Encerrou o ano de 2017 em um processo de retomada dos negócios – com alta de 1,2% no faturamento anual, que somou US$ 120 bilhões. É a 8ª maior indústria química do mundo e 3ª no ranking industrial brasileiro, atrás apenas de petróleo/gás e alimentos. A indústria química projeta um crescimento de 2% para 2018.

 

No acumulado do ano até setembro de 2018, as importações de químicos no Brasil somaram US$ 31,6 bilhões, com expansão de 13,4%. As exportações, por sua vez, ficaram praticamente estáveis, com queda de 0,9% na comparação com o mesmo período de 2017, para US$ 10 bilhões. A Abiquim projeta déficit comercial acumulado em 2018 de US$ 28 bilhões, o maior desde 2014.

 

As oportunidades estão nos quase U$ 32 bilhões de produtos químicos importados anualmente pelo Brasil. De fertilizantes a intermediários para cosméticos. De agroquímicos a intermediários para tintas. Novos projetos petroquímicos já estão no radar. Matéria-prima competitiva é fator determinante para investimentos e crescimento do parque fabril instalado.

 

O cenário de oferta doméstica de petróleo e gás natural do pré-sal vem melhorando e diminuindo a dependência por importações. Esta velocidade aumenta consideravelmente a partir de 2020, com o forte investimento de empresas de petróleo privadas e da Petrobras. O Brasil já é o maior produtor de petróleo da América Latina, e sua produção de gás natural deverá mais que dobrar nos próximos dez anos.

 

A indústria química brasileira vai se beneficiar em novos projetos na próxima década. Vai ter mais petróleo, mais gás natural. Mantida tal condição, o Brasil passará à condição de exportador de gás e com alta competitividade também na energia para a sua indústria, criando um cenário propício para um salto nos investimentos. Faltam bons projetos e investidores para aproveitar esta nova era de ouro.